Como superar seus limites internos

Em “Como superar seus limites internos”, steven Pressfield mostra oque é a Resistência e como ela atua de forma a nos impedir de viver a vida que queremos e merecemos. Além disso, ele nos mostra como combatê-la e como isso é bom para a nossa inspiração e criatividade.

Todos os dias é assim: preciso sentar e escrever, mas quando dou por mim, estou com diversas abas abertas no navegador e esqueci totalmente do que deveria fazer.

Sei que você vive o mesmo. Vai me dizer que você senta para ler ou estudar  e se concentra de imediato?

Sabe porquê isso acontece? 

Por causa da Resistência.

Como parar de procrastinar?

A resistência te impede de fazer as coisas. Ela não quer que você cresça, que trabalhe ou estude.

A Resistência, quer que você fique perdido nas várias páginas da internet, ou que eu fique largada no sofá maratonando uma série.

Vale tudo, menos fazer aquilo que vai nos levar a uma vida melhor, a vida que queremos e merecemos. E é assim que você procrastina.

Na minha vida, ela surge, principalmente, em forma de procrastinação, mas também como problemas de saúde, em forma de julgamento e crítica. Mas ela tem muitas outras caras.

Então, como parar de procrastinar?

Como superar seus limites internos: Aprenda a vencer seus Bloqueios e suas Batalhas Interiores de Criatividade

Como superar seus limites internos

Em “Como superar seus limites internos: Aprenda a vencer seus Bloqueios e suas Batalhas Interiores de Criatividade” de Steven Pressfield, descobri as armas que devo usar para domar a Resistência e como parar de procrastinar.

Pressfield é escritor best-seller e também roteirista, mas até ser sucesso de vendas teve que lutar muito contra a Resistência.

Entre seus roteiros está “Lendas da vida” (The Legend of Bagger Vance, 2000), dirigido por Robert Redford e estrealdo por Matt Damon, Will Smith e Charlize Theron.

Na verdade, a primeira edição do livro foi publicada em 2005 com o título “A guerra da arte: supere os bloqueios e vença suas batalhas interiores de criatividade”

Desde então, se tornou uma “bíblia” para pessoas que trabalham com criatividade, como eu: escritores, artistas em geral.

A nova edição, publicada pela Cultrix, de 2021, conta 198 paǵinas, folhas amarelas e ótima diagramação.

A tradução é de Gilson César Cardoso de Souza. O préfacio é da profª Lúcia Helena Galvão e a introdução escrita por Robert McKee.

O livro é dividido em três partes.

  • Na primeira, Pressfield se debruça sobre a Resistência. A identifica como inimiga da criatividade e mostra as diversas formas com que ela se manifesta em nossas vidas.
  • Na segunda parte, o autor nos mostra como lidar com a Resistência, isto é, se Profissionalizando. Para isso ele faz distinção entre amador e profissional.
  • Por último, Steven Pressfield foca na inspiração. Assim, quando você reconhece a Resistência e luta contra ela, você se torna um profissional e com isso você sempre terá ideias, sempre estará inspirado para produzir.
Cartão do Readwise sobre “Como superar seus limites internos”

No canal da Nova Acrópole, no Youtube, tem um mini curso sobre o livro. Vale a pena conferir também!

Lidando com a Resistência

A Resistência é tão poderosa e traiçoeira, que levei quatro meses para ler este pequeno livro. A primeira parte, justamente a parte que fala sobre ela, foi a mais difícil para mim. Fiquei meses sem pegar no livro.

No entanto, estou sempre passeando pela minha estante e tem sempre um livro que me chama e ele me chamou de novo.

Terminei de ler em uma sentada.

Foi aí que entendi que a Resistência não queria que eu conhecesse seus segredos e como combatê-la. Entendi que a luta contra a Resistência é constante. Ela sempre dá um jeito de aparecer.

Assim, a única forma de vencer a Resistência, que pode aparecer como procrastinação, é se colocar em ação.

No meu caso, a única forma é sentar em frente ao computador, abrir o Google docs e começar a escrever, mesmo que seja algo sem sentido.

É assim que dou uma rasteira nela, dou um drible. E olhe que não entendo nada de futebol!

Porém, neste exato momento em que estou aqui escrevendo este texto, estou lutando contra a Resistência e a procrastinação, com todas as minhas forças. Mas, pelo menos por hoje, posso dizer que eu venci a luta.

Comecei a escrever este texto para o Instagram. A intenção era apenas fazer uma legenda de uma frase. (Olha a Resistência aí!)

Mas o simples fato de sentar e começar a escrever, fez com que ela se retirasse e as ideias, as palavras surgissem. E o resultado foi um post para o Instagram e este outro texto que você está lendo.

Por isso, saiba que você não está só nesta guerra contra a Resistência, contra a procrastinação.

Todos lutamos contra a Resistência desde a hora em que acordamos até a hora em que vamos dormir. Às vezes, até durante os sonhos. O importante é lutar e não desistir.

Se você ceder à Resistência e continuar a procrastinar, nunca vai realizar seus sonhos. Não existe fórmula mágica que te ensina como parar de procrastinar.

O tão sonhado segredo consiste em se “obrigar” a fazer. Quando você se coloca em ação, ela perde força e você consegue fazer o que tem que fazer. E é assim, que você vence a luta diária.

Como você vai lutar contra a sua Resistência HOJE???


Adquirindo quaisquer itens através do meu link de afiliada Amazon, você colabora com o meu trabalho. Agradeço desde já!

Encaixotando minha biblioteca, de Alberto Manguel

Encaixotando minha biblioteca de Alberto Manguel apresenta uma série de textos que o autor fala da relação com a sua biblioteca, com seus livros. Além disso, fala sobre o papel do escritor, a importância das bibliotecas nacionais, o ofício do tradutor entre outros temas ligados à literatura.

[…] os livros contém a possibilidade de nos guiar, graças à experiência e ao conhecimento de outras pessoas, oferecendo-nos a intuição de um futuro incerto e a lição de um passado mutável. (p. 160)

Em  “Encaixontando a minha biblioteca”, Alberto Manguel apresenta textos que giram em torno do tema biblioteca.

Manguel inicia falando como foi criando sua biblioteca e as mudanças que ela sofreu ao  longo das mudanças pelas quais ele também passava.

Para o autor, uma biblioteca é uma autobiografia de seu dono. Na verdade, Manguel teve várias bibliotecas, já que estava sempre se mudando por causa do trabalho do pai. 

Livro Encaixotando minha Biblioteca, Alberto Manguel
Livro Encaixotando minha Biblioteca, Alberto Manguel

E então, ele começa a fazer várias digressões a partir do encaixotamento de sua biblioteca. Para ele, apesar de o ato de desencaixotar os livros ser um criativo, também é um exercício de esquecimento.

Ao longo das digressões que o livro traz, Manguel toca em pontos como:

  • a criação literária;
  • memória;
  • a crença de que o autor o sofrimento é a raiz da criação literária e ele tenta identificar onde começou essa crença.
  • perda de bibliotecas, como a de Alexandria;
  • o poder da linguagem;
  • a crença no poder da linguagem;
  • tradutores;
  • experiência de leitura;
  • o valor do dicionário;
  • a participação dos livros na fundação de nações;
  • importância e papel de uma biblioteca Nacional;
  • a literatura representa algo para a sociedade;
  • como nasce um leitor.

Ficou interessado no livro? Clique no botão abaixo e compre o seu exemplar através do meu link de afiliada da Amazon.

O livro é repleto de referência a autores e livros, como a Bíblia, Dickens, Dante, entre vaŕios outros. Sem falar nos diversos trechos poéticos e naqueles que nos incitam a refletir.

[…] a literatura, melhor que a vida, proporciona uma educação no campo da ética e permite o crescimento da empatia, essencial para que a pessoa participe do contrato social. (p. 167)

Além de falar de sua relação com sua própria biblioteca, Manguel também fala da relação que tem com as bibliotecas públicas. Achei interessante e me identifiquei quando ele fala que é fascinado por elas, mas odeia o fato de que não pode riscar seus livros.

O consolo é fundamental. Os objetos consoladores em minha mesinha de cabeceira são (sempre foram) livros, e minha biblioteca era, ela própria, um local tranquilo de consolo e reconforto. (p. 66)

Sinto exatamente isso. Antes, quando a minha biblioteca tinha poucos livros, ela ficava em meu quarto, ao lado da minha cama.

Mas quando o espaço ficou pequeno, tive que criar um espaço para acomodá-la e, para mim, é o melhor lugar da casa. E quem me visita também sente o mesmo. Talvez não imagine que seja por conta dos livros…

Mesmo assim, ainda carrego livros pela casa, principalmente para o quarto e alguns até dormem comigo.

Se os livros são nossos registros de experiência e as bibliotecas nossos depósitos de memórias, um dicionário é nosso talismã contra o esquecimento. (133)

Este é o tipo de livro para se ter na cabeceira e sempre rever as marcações ou mesmo reler do início ao fim. É um livro curto, 175 páginas, de boa diagramação, capa flexível e linguagem fluida.

Portanto, se você ama livros, biblioteca, literatura, prepare uma xícara de café ou de chá, ou até mesmo de chocolate quente, sente-se em um lugar confortável e sente-se para ouvir (ler) as digressões de Manguel. O resultado será mais amor aos seus livros, à sua biblioteca e um quentinho no coração.

Se desencaixotar um livro é audacioso ato de renascimento, encaixotá-lo é um sepultamento […] (42)

Ficou interessado no livro? Clique no botão abaixo e compre o seu exemplar através do meu link de afiliada da Amazon.

Paris é uma festa, de Ernest Hemingway

Paris é uma festa é uma reunião de memórias de Ernest Hemingway da primeira época em que viveu em Paris.

Ernest Hemingway

Para quem ainda não conhece, Ernest Hemingway foi um escritor estadunidense, que começou a escrever aos 18 anos. Se alistou para lutar durante a Primeira Guerra Mundial, na qual foi ferido e condecorado.

Ernest Hemingway, Paris é uma festa
Ernest Hemingway

Ao retornar aos EUA trabalhou como repórter e depois voltou para a Europa. Durante os anos 1920, fez parte do grupo de expatriados americanos em Paris.

Hemnigway recebeu o prêmio Nobel de literatura em 1954 e faleceu em 1961.

Paris é uma festa

Naquela época, sua vida era, então, muito simples. Como ele diz nos textos, pobre mesmo. Hemingway ainda não havia escrito um grande romance. Logo, não era reconhecido como grande escritor, embora outros escritores com quem se relacionava já viam o seu talento.

A vida que Hemingway compartilha, através dos textos de Paris é uma festa, é de uma vida simples, humilde, que remonta a uma época em que ele e a esposa viviam contando moedas, economizando refeições. Mesmo assim, ele tinha boas relações com outros escritores, como: Gertrude Stein, Ezra Pound, Sylvia Beach, James Joyce, Scott Fitzgerald, entre outros. 

Paris é uma festa, de Ernest Hemingway
Paris é uma festa, de Ernest Hemingway

No entanto, Hemingway se punha a escrever todos os dias. Acordava, lia o jornal, ia a um café, pedia um café-crème e então, começava a escrever.

Voltei a escrever, entrei a fundo na história e me perdi nela. Agora quem a escrevia era eu; o conto não escrevia mais a si próprio, de modo que não tornei a levantar a cabeça. Esqueci-me do tempo, do lugar em que me encontrava e nem sequer mandei vir outro rum Sam James.

Ele compartilha sua forma de trabalhar e até dicas de como escrever. Além disso, também há comentários seus sobre o trabalho de outros escritores, como: Dostoiévski, Katherine Mansfield, Tolstoi, Fitzgerald.

Hemingway conta que tinha o hábito de ler seus contemporâneos, mas depois isso mudou. Ele também tinha o hábito de passear pela cidade, assistir (e apostar) corrida de cavalos e esquiar.

Paris é uma festa é uma ótima recomendação para quem escreve ou deseja ser escritor, mas igualmente recomendado para os amantes da literatura.

Depois de escrever um conto sentia-me sempre vazio, e, simultaneamente, triste e feliz, como se tivesse acabado de me entregar ao amor físico.

Os textos que mais gostei foram:

  •  “Miss Stein pontifica”, sobre como começou a amizade com G. Stein;
  • “Evan Shipman no Lilas”, relato de seu encontro com Evan Shipman e também é o que ele mais fala sobre livros de outros autores; 
  • “Scott Fitzgerald”, narra seu primeiro encontro com Fitzgerald e também uma viagem com ele; 
  • “Os falcões não partilham sua presa”, sobre a relação de Scott e Zelda Fitzgerald; 
  • “Uma questão de medidas”, narra um episódio engraçado sobre uma particularidade de Fitzgerald.
  • “Paris continua dentro de nós”, em que ele relata as mudanças que a cidade e sua relação com ela vão sofrendo.

Em resumo, alguns textos gostei mais, outros menos. O “Scott Fitzgerald” me fez passar raiva. Até então, do Hemingway, eu só havia lido O sol também se levanta e foi um dos poucos livros de que não gostei. Tentei relê-lo há pouco tempo e não rolou. Apesar disso, ainda quero ler O velho e o mar.

Não posso deixar de comentar que a edição que li da Editora Bretrand, traz um pequeno álbum de fotos e tem tradução de Ênio Silveira.

Talvez me fosse possível escrever sobre Paris longe de Paris, assim como em Paris conseguia escrever sobre Michigan. Ignorava que ainda fosse cedo demais para isso, pois não conhecia Paris suficientemente bem. Mas tudo acabaria dando certo.

Eneida, Virgilio

Eneida é uma das grandes epopeias da literatura mundial. Portanto, não poderia estar de fora do meu projeto de leitura da literatura mundial em ordem cornológica.

Neste post não trarei uma resenha. Eneida é uma obra clássica e por isso abundante em conteúdo sobre ela.

A minha intenção é apenas compartilhar minha experiência e leitura, quais os conteúdos que consultei sobre a obra e apresentar o enredo do poema.

Eneida, Virgilio
Eneida, Virgilio
Eneida, Virgilio
Eneida, Virgilio

Sobre Eneida

O livro foi publicado em 19 a.C logo após a morte de Virgilio. Além disso, em minhas leituras sobre Eneida, descobri que a obra ficou inacabada e que Virgilio tinha intenção de destruir o manuscrito.

Embora ler epopeias não seja algo fácil, eu não senti difculdade para ler Eneida e acredito que isso se deva ao fato de estar lendo obras em ordem mais ou menos cronológica.

Já li Ilíada e Odisseia, algumas tragédias de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes. Assim, a cada leitura vai ficando mais fácil de ler poemas.

Além de Eneida, Virgilio também escreveu Bucólicas e Geórgicas. Embora tenha sido publicada pelo imperador em 19 a.C, Eneida começou a ser escrita em 29 a.C. A epopeia contém 12 cantos.

Apesar de o gênero epopeia já estar decaindo quando Virgilio escreveu Eneida, esta tornou-se um sucesso, marcando presença em diversas esferas da vida romana da época de sua publicação.

Desta forma, Eneida torna-se para os romanos, aquilo que Ilíada foi para os gregos. Para além disso, assim como Virgilio usou Ilíada e Odisseia como modelo, Eneida também serviu de modelo para outras obras, como:

  • A Divina Comédia, de Dante Alighieri (estou lendo e em breve venho contar a minha experiência de leitura);
  • Orlando Furioso, de Ludovico Ariosto;
  • Paraíso Perdido, de John Milton;
  • Os Lusíadas, de Camões;

As obras influenciadas por Virgilio também estão no meu projeto de leitura e devem aparecer por aqui.

De maneira bem resumida, Eneida apresenta a narrativa de Eneias, uma figura mítica, desde a saída de Troia até chegar à terra que viria um dia a se tornar Roma. Por isso, é frequente que tratem a obra como mito fundador de Roma.

Assim como em Ilíada e Odisseia, Virgilio traz o mitos para sua Eneida. Os deuses interefrem nos destinos das pessoas. Juno e Vênus, mãe de Eneias, estão a todo momento tramando planos. Juno odiava os troianos, então queria o seu fim. A ela não bastou a queda de Troia. Já Vênus, fazia de tudo para proteger o seu filho.

Eneias passa por diversas aventuras e desventuras até conseguir chegar à Itália. Tudo por culpa de Juno, apesar de, durante a leitura, a gente ficar sabendo que tudo estava de certa forma, determinado para acontecer.

A parte que mais me incomodou foi sobre a guerra com os rútulos. As descrições da batalha me lembraram muito a Ilíada. Era como se estivesse, novamente, assistindo a um filme.

Outro fato que achei interessante foi ver os gregos a partir de uma outra perspectiva, a do inimigo. Me refiro à invasão e tomada de Troia pelos gregos que resutou na fuga de Eneias e outros troianos.

Textos de apoio para Eneida

Por ser um livro clássico, há uma vastidão de materiais sobre Eneida. Nesse ponto, o Google é nosso melhor aliado.

No entanto, como também estudo literatura, tenho alguns livros na estante nos quais encontrei conteúdos sobre Eneida. Alguns estão esgotados, mas os que não estiverem, deixarei um link , caso queira adquirir.

História da literatura ocidental vol1, de Carpeaux
História da literatura ocidental vol1, de Carpeaux
Virgilio em Gênio, de Harold Bloom
Gênio, de Harold Bloom
The Reader's Companion to World Literature
The Reader’s Companion to World Literature
Eneida em O livro da literatura
O livro da literatura

A edição em que eu li Eneida

A edição que usei é da Editora 34, com tradução de Carlos Albeto Nunes e organização, apresentação e notas de João Angelo Oliva Neto. É uma edição de bolso, com folhas brancas, o que incomoda um pouco.

No início de cada canto é apresentado um resumo do que será lido e no final do livro tem mais algumas informações sobre Virgilio, sobre o tradutor e o organizador, bem como de Eneias. O livro é recheado de notas que ajudam na compreensão.

Portanto, se você pensa em um dia ler Eneida, saiba que não há o que temer. Escolha uma boa edição e aproveite a leitura. Em meu Instagram tem um post com algumas passagens que acho incríveis. Não deixe de conferir!

Os 4 melhores apps de leitura para tablet Samsung Galaxy Tab S6 lite

Sempre que faço um post ou stories no Instagram no qual comento uma leitura que fiz no tablet, surgem perguntas sobre qual é o aplicativo que uso, qual é o melhor aplicativo ou qual o aplicativo que eu mais gosto.

Então, finalmente vou compartilhar quais são os 4 melhores apps de leitura para tablet Samsung Tab S6 lite, apesar de falar rapidamente sobre eles no post sobre como eu uso o meu samsung tab s6 lite.

Também recomendo a leitura do meu review sobre o tab s6 lite depois de 2 anos.

4 melhores apps de leitura para tablet

Eu tenho os seguintes apps de leitura no tablet:

  • Samsung Notes;
  • Escrever no PDF;
  • Kindle;
  • Xodo.

Vou falar sobre minha experiência com cada um deles.

1. Samsung Notes

O Samsung Notes é o aplicativo de notas da Samsung, como está claro em seu nome.

Logo que comprei o tablet Samsung, não curti sua interface. Poucos meses depois, o app passou por uma atualziação e ficou incrível, na minha opinião.

Mesmo assim, eu só utilizava para fazer notas com a S-pen. Para ler os PDF’s ou artigos que eu salvava da internet, eu utilizava o Xodo. E quando eu comentar sobre o Xodo você vai entender o motivo.

No entanto, eu comecei a usar o Samsung Notes também para ler PDF. Porém, a desvantagem é que todas as alterações e marcações feitas com a S-pen não salvam automaticamente no Google Drive, que é o drive que eu uso.

Para abrir um PDF no samsung Notes, clique no ícone PDF no canto superior direito. Em seguida, vai abrir a tela do explorador de arquivos. Basta ir até a pasta onde está o arquivo e selecioná-lo, como faz no computador.

Além de pesquisar na memória do tablet, é possível pesquisar no cartão de memória, caso você utilize um e no Google Drive.

Mas lembre-se de fazer o upload do aqruivo atualizado para o Google Drive, caso tenha aberto o arquivo por lá.

Com o arquivo aberto, é possível escolher um tema, opções de caneta, opções de papel (pautado, pontilhado, quadriculado). Tudo é personalizável.

Outra posibilidade é a de incluir páginas no seu PDF ou alterar a ordem delas.

prints de tela do samsung Notes
Samsung Notes – modelos de canteas e lápis
Samsung Notes – modelos de marcadores
Samsung Notes – mdelos de página
Samsung Notes – odelos de página
Samsung Notes – pastas
Samsung Notes – nota com S-pen
Samsung Notes
Samsung Notes

2. Escrever no PDF

O escrever no PDF já vem instalado no tablet Samsung Galaxy Tab s6 lite, mas ele é um aplicativo bem simples.

É possível apenas ler ou também fazer anotações e marcações no PDF. Mas a expeiência de uso não é muito boa.

para fazer anotações é preciso salvar o arquivo na memória do aparelho. além disso, para passar as páginas é necessário descer toda a página e clicar nas setas na parte inferior da tela.

E depois de fazer todas as alterações, lembre-se de salvá-las e exportar o arquivo com as alterações para o local que você utiliza por padrão.

print de tela do app Escrever no PDF
Escrever no PDF
Escrever no PDF

3. Kindle

Sim, mesmo tendo um dispositivo kindle, eu tenho o aplicativo Kindle no tablet. E confesso que, na minha opinião, a experiência de uso é melhor que no próprio kindle.

No entanto, não é possível fazer anotações com a S-pen. Você pode utilizá-la para selecionar os trechos que deseja destacar, o que faria no dispositivo kindle com o dedo.

Porém, no app, é possível scolher cores diferentes e utilizar um color coding, por exemplo.

O color coding ajuda a visualizar sua marcações mais rapidamente, isto é, só pela cor você identifica a que se refere aquele destaque. Por exemplo:

  • amarelo – para cosias importantes, tópico frasal;
  • azul – para nomes de livros ou outras pessoas citadas;
  • laranja – para datas importantes;
  • rosa – para trechos que achou bonito ou que pode usar para compartilhar nas redes sociais.

São coisas simples, mas que, na minha opinião, melhora a experiência de leitura. Até a tela com os trechos marcados fica melhor de visualizar.

E a experiência de acessar a loja pelo app é infinitamente melhor do que no dispositivo kindle.

Uma dúvida que pode surgir é quanto à distração. Mas, no meu caso, todas as noificações do tablet estão desativadas. Além disso, ele vive no modo não perturbe e não tenho apps de redes sociais nele.

Quando preciso usar Instagram, Telegram ou whatsapp, por exemplo, faço isso pelo navegador.

Também utilizo o modo escuro e a opção de conforto ocular disponíveis no tablet para não cansar a vista.

prints tela do aplicativo Kindle
aplicativo Kindle – tela inicial
aplicativo Kindle – configurações cor tela, espaçamento
aplicativo Kindle – configurações fonte
aplicativo Kindle – destaques
aplicativo Kindle – caderno de notas

4. Xodo

Utilizo o tablet mais para leituras que envolvem estudo. Por iso, o app preferido para isso é o Xodo.

Depois de instalar e criar uma conta no Xodo, você pode vincular o seu Google drive, Dropbox ou OneDrive à sua conta Xodo.

Uma vez que seu drive está conectado, basta ir na parte inferior do app – browse – e buscar o arquivo que deseja abrir. Outra opção é o menu na lateral esquerda. Você pode buscar por pastas, no cartão SD, ou em algum serviço de nuvem.

Quando o arquivo está aberto, você tem as seguites opções:

  • visualizar;
  • anotar
  • desenhar;
  • preencher e assinar;
  • inserir, entre outras.

As que eu mais utilizo são essas acima, até porque as demais opções são da versão paga e não me fazem falta.

No modo anotar é possível escolher tipos diferentes de canetas, cores, maracdores, tipos diferentes de sublinhados. São muitas as opções para explorar.

Ah! também é possível adicionar páginas para escrever ou mudar a ordem das páginas.

Mas o melhor de tudo é que você não precisa se preocupar em salvar o conteúdo, principalmente, se baixou do drive. O app salva tods as alterações automaticamente.

Esse item, na minha opinião, é o mais importante. Primeiro, porque eu tenho uma biblioteca digital no meu Google Drive. Depois, porque é um chato ficar salavando e fazendo upload a toda hora. Além disso, a memória do dispositivo vai ficar cheia de arquivos.

No menu da lateral direita é possível acessar as configurações do app, criar uma cópia e imprimir.

Inclusive, dá para imprimir apenas as suas anotações e marcações. Eu adoro essa opção pois assim já posso exportar direto para o meu Notionhttps://alessandracostaa.blogspot.com/2022/03/samsung-galaxy-tab-s6-lite-review.html.

prints tela aplicativo Xodo

Conclusão

A escolha de um aplicativo se dá através de testes. Por isso, vale a pena ficar atento aos aplicativos usados por outras pessoas. Ver como elas usam, como foi a experiência de cada uma e testar. É isso que eu faço sempre.

Assim, os melhores aplicativos de leitura para mim podem não ser os mesmos para você. Então, faça seus testes.

Além desses que citei, já usei o Evernote e Onenote, mas não gostei da experiência de uso deles no tablet Samsung Galaxy tab s6 lite.

Você conhece outros apps de leitura além dos que apresentei neste post?

Ah! Não deixe de compartilhar este post sobre 4 melhores apps de leitura para tablet Samsung Tab S6 lite com seus amigos. Algum deles pode estar precisando de uma dica como essa!